Gastão Elias sobreviveu a uma enorme maratona e foi o primeiro português a garantir um lugar nos quartos de final do Indoor Oeiras Open. Em declarações à Federação Portuguesa de Ténis, o tenista garantiu estar motivado e muito feliz com o seu nível.
Sobre o jogo:
“Jogo complicado com um jogador um pouco aleatório no que diz respeito à tática, muito difícil de arranjar soluções para o estilo de jogo que ele estava a fazer.(…) estive bem a nível mental e isso fez a diferença, foi a chave de hoje.”
Expectativas para o jogo de amanhã:
“Fico um pouco feliz pelo polaco (Kasnikowski) não ter ganho, não que eu não acredite na desforra mas eu sabia que ia ser um jogo muito mais físico provavelmente do que com o francês. (…) o principal é focar-me naquilo que eu faço bem, nas minhas armas e acreditar que consigo ganhar e que tenho pernas para isso.”
Justificação da desistência de pares:
“Era uma situação muito complicada, se tivesse tido um jogo mais tranquilo provavelmente teria jogado pares, mas estava numa situação um bocadinho difícil porque não só ia sair daqui muito tarde hoje como na programação de amanhã iria ser o primeiro a jogar. (…) iria ficar um pouco complicado ter uma boa performance amanhã pois apesar de me sentir bem fisicamente, tenho bastante cansaço acumulado. (…) assim fica mais fácil de recuperar.”
Pedro Sousa continua a acompanhar Gastão em cada jogo:
“Quando acabou a semana passada fiz um pedido mais formal para esta semana, foi só isso (risos). Estes dois dias que joguei não tive a oportunidade de ter ninguém no meu canto, então mandei mensagem ao Rui (Machado) a perguntar se estariam disponíveis para me dar uma mãozinha esta semana. Espero que continuem por mais alguns dias, têm-me dado sorte.”
Se se imagina a jogar um singular na Taça Davis:
“Eu estou sempre pronto! Porque não? Eu quando vou à Taça Davis vou para jogar, se for para bater palmas não levo as raquetes (risos).”
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