Apesar de ter falhado a conquista do seu 25.º título em torneios do Grand Slam e ter sido derrotado na meia final do Open da Austrália, Novak Djokovic garantiu a sua permanência na liderança do ranking mundial, estendendo assim o seu recorde de semanas no topo da classificação.
Esta é a 410.ª semana da carreira de Djokovic como número 1, agora mais 100 semanas que qualquer outro jogador na história do ranking ATP. Roger Federer, o detentor do recorde anterior, encerrou a sua carreira com 310 semanas como número 1 mundial.
Mais semanas como número 1 na história do ranking ATP (desde 1973):
- 410 semanas: Novak Djokovic
- 310 semanas: Roger Federer
- 286 semanas: Pete Sampras
- 270 semanas: Ivan Lendl
- 268 semanas: Jimmy Connors
- 209 semanas: Rafael Nadal
- 170 semanas: John McEnroe
- 109 semanas: Bjorn Borg
- 101 semanas: Andre Agassi
- 80 semanas: Lleyton Hewitt
Antes do primeiro torneio do Grand Slam na presente temporada, o sérvio tinha uma diferença de 4.565 pontos (11.055 pontos) para os seus três rivais mais próximos: Carlos Alcaraz (8.855 pontos), Daniil Medvedev (7.555 pontos) e Jannik Sinner (6.490 pontos). Agora, essa vantagem ficou reduzida e a diferença é de apenas 1.545 pontos.
Nos próximos dois meses, Djokovic só irá defender 180 pontos no seu ranking pessoal, visto que o único torneio que disputou em 2023 entre o fim do Open da Austrália e o começo da temporada de terra batida foi o ATP 500 do Dubai, onde atingiu a meia final.
Neste período, Sinner vai defender 1.510 pontos, Alcaraz defende 1.910 pontos e Medvedev terá uma tarefa mais complicada, precisando de defender 2.850 pontos.
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