Vitima de assédio, chantagem e perseguição… Amelie Mauresmo “passa pelo inferno” e ganha caso no tribunal

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Depois de “passar pelo inferno”, Amelie Mauresmo foi ouvida pelo sistema judicial francês. Em causa está a confusão com a sua ex-mulher, Marie-Benedicte Hurel, que foi considerada culpada de assédio, uma sentença que acarreta uma pena de prisão de quatro meses. A mulher de 60 anos também está proibida de contactar Mauresmo por dois anos e de se aproximar das suas residências.

A ex-número 1 mundial acusou a sua ex-parceira de chantagem, bem como de enviar mensagens de texto de assédio contínuo após o pedido de divórcio apresentado no ano passado. A vencedora de dois torneios do Grand Slam fez queixa contra Hurel em junho e, de acordo com o Le Parisien, foi prescrita uma incapacidade total para o trabalho (ITT) por 10 dias devido ao comportamento alegado de Burel naquela altura.

Hurel foi absolvida de assediar o parceiro atual de Mauresmo e tem 10 dias para recorrer da sentença de culpabilidade. Mauresmo, que serve como diretora do torneio de Roland Garros, não estava presente em Bayonne para ouvir o veredicto.

As francesas casaram-se em julho de 2021, sete anos depois de começarem o relacionamento. Em agosto de 2015, Mauresmo deu à luz o filho de ambos, Aaron, e em abril de 2017, as duas receberam a filha Ayla.

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