Na antevisão à sua participação no Millennium Estoril Open, Nuno Borges foi o convidado para o podcast “1 para 1”, de Pedro Pinto, e abordou diversos temas relacionados com a sua carreira, nomeadamente a forma como conheceu João Sousa e que impacto teve na sua vida.
De um lado, o melhor português da atualidade, e do outro, o melhor português de sempre. Uma história de dois exemplos bastante diferentes de superação e demonstração que o nosso ténis também pode alcançar feitos históricos.
Mas vamos ao que é importante… No podcast, Borges afirmou que quando era mais novo conheceu alguns dos nomes do ténis português, mas nunca João Sousa: “Conheci o João tarde. Tive oportunidade de conhecer a equipa da Taça Davis duas vezes: treinei com eles e fui apanha bolas quanto tinha 12 anos. Lembro-me do Rui Machado, Fred Gil, Pedro Sousa… mas o João não estava.”
Alguns anos mais tarde, quando regressou do circuito universitário e se destacou no ténis profissional, o maiato teve a chance de se estrear na convocatória para representar Portugal, e foi aí que conheceu o vimaranense.
“Só quando conheci melhor o João depois de estarmos juntos na Taça Davis é que teve um impacto gigante. Já tinha jogado contra ele mas nunca tinha percebido como ele é…”, afirmou Nuno Borges.
Quando questionado sobre o impacto que a carreira de João Sousa e até mesmo a sua forma de ser teve na sua carreira, o recém-campeão em Phoenix deixou muitos elogios ao seu compatriota:
“Ele é muito especial, não conheço ninguém que queira mais ganhar do que ele. Quando entra em campo parece que alguma coisa muda na cabeça dele e ele dá tudo para vencer toda a gente, foi isso que o levou tão longe. Aprendi muito com ele, tenho usado algumas dessas coisas. Ele mostrou-me que a parte mental e não desistir é muito importante e eu tenho melhorado com isso, os meus objetivos têm crescido também por isso.”
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