Com uma mentalidade “descontraída” Duarte Vale quer repetir a equação no embate de amanhã

Beatriz Ruivo/Federação Portuguesa de Ténis

Duarte Vale (596.º) voltou à Europa e operou uma enorme reviravolta para carimbar o passaporte para a última ronda da fase de qualificação do Oeiras Open 4 após derrotar o italiano Samuel Vincent Ruggeri, recém-quartofinalista do Oeiras Open 3.

Num confronto onde cada ponto era uma batalha, o tenista português emergiu vitorioso após um duelo intenso. O atleta português refletiu sobre a partida na conferência de imprensa, e destacou a importância de manter a calma e a concentração em cada momento

“Foi uma boa vitória, não estava fácil de jogar e foi um bocado na tentativa de ir arranjando soluções. Mantive as expectativas baixas e sabia que era muito difícil. Pensei ponto a ponto e acho que correu bem”, compartilhou o tenista natural de Cascais.

Apesar de enfrentar um oponente por ele “desconhecido”, Vale optou por focar as atenções no seu próprio jogo, em vez de elaborar um plano específico para enfrentar o italiano. “Não conhecia muito dele, sabia que era bastante agressivo e servia bem. Não tinha grande plano de jogo, queria mais tentar impor o meu jogo e ir vendo o que ele estava a fazer do outro lado”, explicou o tenista português que há duas semanas atingiu a sua primeira final em 2024.

Ao refletir sobre o seu momento atual, Duarte Vale citou uma lição valiosa aprendida com outro jogador de renome, Andrey Rublev. “O Rublev disse no outro dia que é melhor não pensar muito se tens ganhou ou perdido… amanhã pode mudar tudo”.

Sobre o adversário de amanhã, o búlgaro Adrian Andreev, o lisboeta revelou que também não o conhece, mas que o plano será o mesmo: “Nunca o vi jogar, portanto não há um grande conhecimento. Em termos do que eu quero fazer passa por servir bem e competir bastante bem”

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