A ausência de Dominic Thiem na lista de wild cards para Roland Garros tem gerado muitas críticas mas também há quem defenda a organização.
A questão dos wild cards gera sempre muita confusão, mas em Roland Garros as críticas tem sido ainda mais do que o normal. Isto porque a organização da prova decidiu deixar de fora do lote dos convidados o ex-finalista por duas vezes, Dominic Thiem, que se irá retirar no final da temporada.
A seis desistências de entrar no quadro principal, o ex-número 3 mundial foi surpreendido por esta escolha, mas há quem a justifique e aceite, normalmente. O francês Lucas Pouille, ex-top 10 mundial, irá disputar a fase de qualificação em Paris e defendeu a escolha do torneio em deixar o ex-campeão do US Open de fora.
“Ele não é francês e o torneio pertence à Federação Francesa de Ténis que suporta os jogadores. Certamente que ele merece, ele tem uma extraordinária carreira. Mas os jovens que estão entre 110 e 130 do mundo também merecem. Acho normal favorecerem-nos”, afirmou na rede social X.
De relembrar que o gaulês ficou também de fora no que toca aos wild cards entregues para o quadro principal, com a organização do torneio a decidir apostar, em grande parte, nos jovens da casa.
