Portugal entrou para a jornada de quarta-feira sem chances para sair do último lugar do Grupo B. Posto isto, a capitã Neuza Silva optou por rodar a equipa e dar algumas chances a outras jogadores.
“Já sabíamos que o dia de hoje já não ia influenciar nada nas contas. Achei por bem mexer na equipa e dar experiência e oportunidades às outras jogadores que ainda não tinham a oportunidade de jogar como a Pipa (Ana Filipa Santos). Como sempre entrámos para dignificar a nossa bandeira e o país. Tentámos contrariar o poder das adversárias. Voltámos a perder em terceiro set por duas vezes, continua a faltar alguma coisa.”
Questionada sobre o que gostou no dia de hoje, Neuza afirmou que houve muita garra por parte das suas atletas e confessou que não é fácil preparar as jogadoras para uma eliminatória que já não contava para nada nas contas do grupo: “É difícil para uma atleta jogar sem grandes objetivos. Eu tentei transmitir-lhes que elas tinham oportunidades que poderiam mudar a forma de pensar e a experiência que adquirem. Era um dia de crescimento para cada uma das atletas.”
Com a mentalidade na Pole das últimas classificadas, Portugal terá de evitar o último lugar do gruypi com a Bulgária e Noruega. O dia de amanhã marca o começo da nova fase de manutenção diante das norueguesas. A capitã lusa está confiante para o embate com as nórdicas. “Estão todas com rodagem e com experiência de terceiro set. É muito por aí que vou preparar a cabeça delas e tentar ajustar alguns pormenores. É isso que está a fazer diferença. Eu conto com todas e agora é preparar o jogo de amanhã com a Noruega. Estamos confiantes e só assim é que temos chances.”
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